Conheça os Malefícios da Gordura Abdominal

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Se sua barriguinha anda um tanto distendida, atenção na saúde. Mude seus hábitos, levante do sofá e pratique exercícios. Vida longa e com saúde só dependerá de você dar um fim nessa barriga a mais e seus pulmões, além de outros órgãos irão agradecer.

A barriga pressiona literalmente os órgãos que regem o sistema respiratório. O excesso de gordura no abdômen eleva o diafragma, o músculo da respiração, e aperta a caixa torácica. Com isso, diminui a reserva de oxigênio destinada às situações de maior desgaste. Quem sofre mais é a base dos pulmões, que fica hipoventilada. Essas áreas que permanecem com menos ar são mais suscetíveis a infecções.

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O cenário fica preocupante para as vias aéreas, se levarmos em conta que os quilos indesejados abalam nosso escudo natural contra vírus e bactérias. Quando já há uma inflamação, as moléculas fabricadas pela barriga aumentam a frequência e as crises de falta de ar.

Você já deve imaginar o que é indispensável para ganhar mais fôlego e ainda soprar longe os sintomas e as consequências de um problema respiratório apoiado pelo excesso de peso. Atividade física regular, realizada de preferência com a orientação e o acompanhamento de um professor e em um ambiente mais úmido e sem tanta poluição, é decisiva para eliminar os quilos extras e todos os problemas atreladas a eles.

Por que a barriga atrapalha a função deles e predispõe a doenças respiratórias:

1- A gordura abdominal excessiva promove uma reforma nada bem-vinda à região da caixa torácica. Ela eleva o diafragma e pressiona a base dos pulmões, que fica hipoventilada, ou seja, menos abastecida de ar. Esse abalo na função pulmonar diminui o fôlego e prejudica a reação diante de eventuais infecções, o que facilitaria pneumonias.

2- O tecido adiposo da barriga ainda libera substâncias inflamatórias que, trafegando pela circulação, podem ancorar nos pulmões, estimulando processos inflamatórios já existentes — como os que ocorrem na asma e na bronquite. As crises de falta de ar tornam-se, então, muito mais graves e frequentes.

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